Com vocês, a liberdade. #fisl11

28/07/2010 § Nenhum comentário

Interessante vídeo feito por Nanni Rios e Filipe Speck no penúltimo dia do FISL11.

Mozilla Drumbeat no FISL11!!

27/07/2010 § Nenhum comentário

fislO FISL 11 (Fórum Internacional de Software Livre) aconteceu mais uma vez em Porto Alegre entre os dias 21-24 de julho. Convidamos pessoas envolvidas no projeto Drumbeat para participar de algumas atividades durante o evento, entre palestras e uma maratona de gravação, edição e hacking de vídeo!

No primeiro dia, Brett Gaylor, produtor do documentário RIP: A Remix Manifesto, falou sobre seu projeto, parte da rede Drumbeat. O WebMadeMovies chamou a atenção de muita gente. O projeto pretende modificar a maneira como as pessoas vêem vídeo na web, utilizando-se de HTML5 para proporcionar uma experiência diferente, adicionando informações da web em clipes e permitindo ao usuário interferir no vídeo.

No dia seguinte foi a vez de Mark Surman, diretor executivo da Mozilla Foundation, falar sobre a Peer 2 Peer University: School of Webcraft e do Mozilla Drumbeat. A P2PU é uma rede de indivíduos que objetiva promover cursos online sobre várias áreas de conhecimento.

A School of Webcraft é um novo jeito de aprender e ensinar competências de web developers. A ideia é permitir que a web seja usada para a troca efetiva de conhecimento e experiências, de forma organizada, e descentralizada, ensinando pessoas para além das instituições formais de aprendizado.

Seguindo a fala do Mark Surman, o Pedro Markun contou um pouco sobre a implementação da P2PU aqui no Brasil com o Civic Hacking, um curso sobre novas formas de ação na esfera pública interconectada. É importante mencionar que precisamos de maior participação e envolvimento dos interessados na P2PU, seja propondo novos cursos ou versões em português dos programas já existentes em outros idiomas.

Em meio às palestras, coordenamos a maratona de captação, edição e hacking de vídeo: o WebMadeMovies <Video> Sprint. Com a ajuda do Brett Gaylor, Fabrício Zuardi, e uma equipe de voluntários, fizemos uma demo experimental durante o FISL: um mashup que utiliza a capacidade de video seeking do HTML5 para proporcionar a quem acessa o vídeo a oportunidade de remixar diferentes clipes em tempo real.

Gravamos várias pessoas falando “eu <sentimento> <coisa>” (ex.: Eu amo Software Livre) e usamos a função do sistema de recombinar esses clipes dinamicamente como se fosse uma maquina de caça-níqueis. Estamos preparando essa demo para ficar disponível publicamente no site Drumbeat.org e no blog do CulturaDigital.BR/Drumbeat!

Por fim, foi divulgado algumas novidades sobre a premiação de bolsas especiais para projetos Drumbeat brasileiros. Mais informações sobre as bolsas serão divulgadas em breve! ;)

Press Release: SOS Alagoas

24/06/2010 § Nenhum comentário

Press Release: SOS Alagoas – Site Mapeará Áreas e Construções Afetadas pelas Enchentes

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O SOS Alagoas quer agregar e disponibilizar, por meio de um site colaborativo e de mapas livres, informações sobre os municípios afetados pelas enchentes de Alagoas, facilitando o trabalho da Defesa Civil, de voluntários e de todos os que querem contribuir para apoiar a situação nesses estados.

São Paulo, 24 de junho de 2010 - Diante da situação de calamidade de diversas cidades dos estados de Alagoas e Pernambuco, fortemente atingidas por enchentes nas últimas semanas, um grupo de pessoas, empresas e organizações não governamentais está organizando o SOS Alagoas, um website que pretende mapear as áreas atingidas pelas enchentes, localizando as construções afetadas, e facilitando essa informação com a Defesa Civil e voluntários envolvidos no esforço humanitário.

No SOS Alagoas, publicamos uma página com dados sobre os locais que recebem doações e um blog com atualizações sobre a situação no estado atualizado com dados fornecidos por voluntários do projeto na região afetada. Além disso, faremos uso de mapas livres para ajudar o trabalho da defesa civil e dos voluntários trabalhando no local. Com o mapeamento colaborativo da região, tal como foi feito após o terremoto no Haiti, podemos marcar os lugares onde, por exemplo, estradas foram destruídas, pontes desabaram, casas foram levadas pelas enchentes, além de outros incidentes, e servir de suporte para as autoridades, defesa civil e o público em geral.

Um Esforço de Mapeamento remoto está sendo coordenado em São Paulo, esse sábado, na Casa de Cultura Digital. Pessoas de todas as partes do pais podem participar pela rede (veja mais detalhes sobre esse evento abaixo).

Como participar

O desempenho de ações que podem ser tomadas por qualquer um, em qualquer lugar, é um dos focos do SOS Alagoas. Nesse sentido, por meio da internet, cada indivíduo pode contribuir com os municípios atingidos pela enchente em Alagoas. É possível ajudar das seguintes formas:

  • Locais de Doação: Publicar informações sobre os locais de coleta de doações e suas demandas específicas (ou usar essas informações para enviar os donativos certos para quem precisa mais);
  • Mapas Livres: Ajudar a mapear os pontos críticos das cidades atingidas: edifícios e aparelhos públicos comprometidos, acessos bloqueados, barragens e pontes em situação de risco, alojamentos formais e informais de desabrigados, locais de desaparecimento e encontro de pessoas.
  • Cadastrar-se como voluntário (ou encontrar locais no Estado que precisam da sua colaboração – disponível em breve).
  • Fazer doações via cartão de crédito (as doações serão feitas à uma ONG local e encaminhadas aos organismos de apoio aos municípios – aguardem mais informações, disponível em breve).
  • Mapas Livres em Alagoas e Pernambuco

    Com o OpenStreetMap, vamos mapear os municípios mais atingidos pelas enchentes no estado de Alagoas (e também no estado de Pernambuco). Essa ação permitirá que pessoas que estejam distantes dos estados afetados contribuam com o esforço humanitário, doando um pouco de seu tempo para organizar geograficamente as informações mais importantes para a Defesa Civil e outros voluntários envolvidos.

    Pretendemos mapear:

    - Acessos livres ou bloqueados aos municípios atingidos

    - Prédios e aparelhos públicos atingidos

    - Alojamentos (governamentais ou informais) de desabrigados

    - Pontos de desaparecimento ou de encontro de pessoas

    - Locais de recebimento de doações e de distribuição de itens essenciais

    O OpenStreetMap foi utilizado após o terremoto no Haiti, para marcar os pontos atingidos e reconstruir o mapa das cidades afetadas. Ainda não existem mapas detalhados dos municípios atingido, e para isso, o pessoal do @mapaslivres está buscando imagens de satélite e mapas básicos das áreas de interesse (veja mais na wiki). Em seguida, qualquer um vai poder facilmente marcar ruas e edifícios – de um jeito bem fácil e rápido. A ideia é que quem conhece a região, ou voluntários que estejam no local, possam posteriormente remarcar e dar detalhes sobre os pontos de crise. Para saber um pouco mais sobre como isso funciona, veja o vídeo.

    Como ajudar no mapeamento

    Para começar, estamos organizando o evento “Esforço de Mapeamento de Alagoas e Pernambuco” que reunirá pessoas de diversas partes do país para o mapeamento das áreas afetadas. Usaremos mapas físicos e dados cartográficos do governo de Alagoas para mapear detalhes básicos das regiões afetadas.

    Para participar do evento, basta preencher o formulário de inscrição neste link.

    Vamos nos reunir na Casa da Cultura Digital (Rua Vitorino Carmilo, 453, Santa Cecília, São Paulo-SP) às 14h do sábado, 26 de junho de 2010. Para aqueles que não estão em São Paulo, divulgaremos um link de webstreaming e convidamos todos a participar do chat no IRC (Rede: irc.oftc.net / Canal: #osm-br).

    Contato

    Se você quiser mais informações sobre como contribuir, ou se tiver mais ideias de ações para o SOS Alagoas, envie-nos
    uma mensagem de contato ou mande um email para: contato@esfera.mobi

    Realização: EsferaMapas LivresComunidade Transparência HackerSaudáveis Subversivos
    Apoio: Seplan-AL

    Esfera
    Rua Vitorino Carmilo, 453, Casa 2
    Santa Cecília, São Paulo – SP
    Casa da Cultura Digital

    Programa Catalyst Grants da Creative Commons

    18/06/2010 § Nenhum comentário

    Baseado em: http://wiki.creativecommons.org/Grants

    Objetivo do Programa Catalyst Grants

    A Creative Commons está investindo US$100,000 para empoderar indivíduos e comunidades profundamente envolvidas com os princípios de abertura e compartlhamento. Com o programa Catalyst Grants, a Creative Commons vai semear atividades em todo o globo que apoiam a nossa missão. Nossa meta é medir os esforços de nossa comunidade e apoiá-la, com o objetivo que ela se torne auto-sustentável. Através de uma rigorosa análise pública e um processo de avaliação transparente, as melhores propostas enviadas por filiados da Creative Commons e pela comunidade em geral serão selecionadas para receber de US$1.000 a US$10.000 para transformar suas ideias em realidade.

    Projetos Financiáveis

    Os candidatos devem buscar por financiamento para atividades que têm um impacto positivo na missão da Creative Commons de nutrir a criatividade (cultural, educacional, científica e outros conteúdos) nos “commons”, para promover a compreensão e adoção de ferramentas da Creative Commons, bem como suas licenças e tecnologias, e apoiar a construção e trabalho de comunidades que usam ou se beneficiam de licenças, ferramentas e tecnologias Creative Commons.

    Alguns financiamentos podem ser apontados para questões específicas, programas ou atividades, localidades ou outros objetivos/critérios específicos, tudo que pode ser postado pela Creative Commons.

    Bolsas variam de US$ 1,000 a US$ 10,000.

    Exemplo de projetos:

    1. Convocar um workshop sobre as melhores/recomendas práticas de desenvolvimento e publicação de Recursos Educacionais Abertos, ou trabalhos licenciados em CC em algum outro campo de valor elevado.
    2. Publicar um artigo acadêmico comparando múltiplas jurisdições da lei acerca de exceções e limitações do Direito Autoral.
    3. Estabelecer métricas para/mensurar o impacto de trabalhos licenciados em CC dentro de um campo ou disciplina em particular, tal como educação ou ciência, ou em uma região geográfica específica, como na África.
    4. Documentar novos modelos de negócios possibilitados pelas licenças e tecnologias Creative Commons, incluindo empreendimentos comerciais.
    5. Estudar os benefícios e desafios associados com a incorporação de licenças e tecnologias Creative Commons em governos, livrarias, museus e outras instituições culturais.
    6. Preparar um livro branco sobre os efeitos negativos da proliferação de licenças, ou documentar estudos de casos envolvendo incompatibilidade de licenças.
    7. Dar apoio à uma equipe filiada local no desafio de implementação de uma tecnologia relacionada com Creative Commons, como adicionar suporte de licença a um CMS (Sistema de Gerenciamento de Conteúdo) específico.
    8. Examinar os efeitos que o licenciamento de bancos de dados e dados em si provocam na pesquisa e descoberta científicas.
    9. Criar um banco de dados de projetos que adotaram uma renúncia CC0 que coloca trabalhos no domínio público, por conteúdo e/ou dados publicados, e como tal conteúdo ou dados são por conseguinte usados por outrem e com quais efeitos.
    10. Capacitação para projetos filiados da Creative Commons, como o desenvolvimento de propostas para/e busca de financiamento local.
    11. Projetos de outreach que demonstram o valor da Creative Commons, como uma clínica que usa ferramentas de criação de software grátis para remixar conteúdo licenciado em CC.

    O financiamento não deve ser usado para atividades de lobby, licenciar atividades de portabilidade de licenças (eventos de lançamento, revisões legais ou traduções das licenças, etc), salões, exclusivamente para a criação de trabalhos licenciados em Creative Commons, ou para atividades e eventos similares, tudo como determinado pela Creative Commons a seu exclusivo critério. Os eventos devem objetivar um resultado concreto e serem integrais à missão da Creative Commons.

    As bolsas não podem ser usadas para dar apoio à “eventos pelo bem de eventos” ou encontros regionais a menos que estes encontros resultem em produções como as mencionadas acima. O financiamento não pode ser fornecido para eventos que a Creative Commons esteja financiando parcial ou completamente. Os financiamentos serão distribuídos no início de agosto e não podem ser aplicados para despesas retroativas. As aplicações para atividades financiadas por outros meios não serão aceitas.

    Quem Pode Aplicar

    Qualquer organização ou instituição pode participar. As aplicações vindas ou endorsadas por instituições oficiais filiadas à Creative Commons terão preferência. Aplicações conjuntas de instituições oficiais filiadas à Creative Commons e outras organizações também são bem-vindas, embora cada proposta conjunta continuará limitada ao valor máximo da bolsa. Candidatos que desejam estabelecer um projeto de jurisdição oficial da CC em seu país são também encorajados a se candidatarem. Será garantida consideração especial para aplicações de países fora da OECD (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).

    Não há limite para o número de aplicações enviadas por uma organização ou grupo de organizações, no entanto tenha em mente que a Creative Commons tentará distribuir as bolsas por entre organizações e regiões.

    Instituições filiadas e informações de contato relacionadas podem ser encontradas visitando o endereço creativecommons.org/international. As instituições estão listadas por jurisdição; simplesmente clique em uma bandeira de jurisdição e navegue até o fim da página até onde a informação que você deseja encontrar está listada.

    Processo de Aplicação
    A Creative Commons publicará uma ou mais Chamadas para Aplicações de Bolsa, que detalharão o processo e prazos, assim como critérios adicionais para aplicação. Todas as aplicações devem ser enviadas em Inglês e serão disponíveis publicamente na wiki da Creative Commons. O formulário de aplicação deve estar acompanhado de uma proposta de orçamento. Veja abaixo mais detalhes.

    Candidatos bem-sucedidos serão solicitados a assinarem um Acordo de Bolsa como condição de recebimento do financiamento, no qual o acordo especificará relatórios, contabilidade e outros termos e condições governando receita e uso dos fundos. Entre outros pontos, todos os Acordos de Bolsas proporcionarão que o material original produzido no âmbito do programa de bolsas será disponibilizado sob uma licença Creative Commons Atribuição 3.0 Unported ou CC0 ou se o material for um software, uma licença de software livre/open source.

    Os bolsistas também devem concordar em relatar e documentar sobre o projeto e usar os fundos como descrito pela Creative Commons no Acordo de Bolsa. Os bolsistas concordam em participar na comunicação com o comitê de bolsas e coordenadores, assim como com outros bolsistas, com a equipe do Creative Commons, e com as jurisdições da CC, tudo o que vir a ser razoavelmente solicitado.

    Calendário de Aplicação e Bolsas

    1. Chamada para filiados da Creative Commons para aplicações ao programa Catalyst Grantst: abertura em 23 de abril
    2. Chamada pública para aplicações no programa Catalyst Grants: abertura em 14 de maio
    3. Campanha de Arrecadação de Fundos do Programa Catalyst Grants: 1 de junho – 30 de junho
    4. Data final para aplicações ao programa Catalyst Grants: 30 de junho
    5. Reunião do Comitê de Revisão: 1 de julh – 30 de julho
    6. Premiação: a partir de 1 de agosto
    7. Processo de Revisão

    Após triagem inicial pela Creative Commons para a completude e adequação do projeto proposto, as inscrições serão publicadas online por um período de revisão e comentários do público. Ao enviar uma aplicação de bolsa, o Candidato concorda com a publicação, e concorda ainda em não revelar quaisquer informações confidenciais ou outra informação que o candidato esteja impedido de divulgar publicamente, para a Creative Commons, ou vice-versa.

    Um Comitê de Revisão de Bolsa estabelecedido pela Creative Commons avaliará as aplicações de bolsa e fará recomendações à Creative Commons para a decisão final. O comitê consitirá de uma equipe da Creative Commons, assim como um representante de cada uma das seguintes regiões: África Sub-saariana, Ásia-Pacífico, Europa, América Latina, Oriente Médio/Mundo árabe, e América do Norte.

    Instituições oficiais filiadas à CC dentro de cada jurisdição devem estabelecer um processo para selecionar um único representante regional que vá servir ao Comitê de Revisão de Bolsas; entretanto, se nenhum representante regional for selecionado ou se um processo não for estabelecido por qualquer razão antes do início do trabalho do Comitê de Revisão deBolsas, então a Creative Commons poderá selecionar um representante para a região. Representantes regionais servirão por um período de um ano, e devem estar disponíveis para chamadas em conferência e encontros para revisar e estabelecer recomendação para revisão e ação por parte da Creative Commons.

    A Creative Commons reserva o direito de emendar ou modificar estes termos a qualquer momento a seu exclusivo critério, e a descontinuar o programa de Bolsas Catalyst a qualquer momento.

    Formulário de aplicação (clique aqui para preencher o formulário)

    1. Título do Projeto
    2. Instituição candidata ou candidato(s)
    3. Pessoa(s) para contato
    4. Coordenador(es), se diferentes dos citados acima
    5. Início:
    6. Término:
    7. Organizações filiadas:
    8. Website(e) da Organização ou Projeto
    9. Você possui um aval da/ou filiação com a instituição oficial da filial Creative Commons?
    10. Descreva o projeto que você está propondo da forma mais clara possível em apenas 5 frases.
    11. Detalhe a tangibilidade do resultado de seu projeto (ex.: artigo, post em blogue, materiais escritos, vídeo/filme, etc.; isso deve complementar o relatório final escrito que os bolsistas devem entregar à Creative Commons ao término do projeto).
    12. Descreva a comunidade alvo do projeto. Como o projeto beneficiaria essa comunidade?
    13. Qual sua relação com a comunidade alvo? Porque você seria o melhor indivíduo/organização para liderar este projeto? Você tem experiência em projetos relacionados?
    14. Como você medirá e avaliará o impacto do seu projeto – nos participantes principais? Outros colaboradores? Na comunidade como um todo?
    15. Quantos participantes você espera envolver em seu projeto? Como você vai buscar e manter eles envolvidos?
    16. Descreva como seu projeto se beneficiará da missão do Creative Commons de aumentar a quantidade de criatividade (cultural, educacional, e conteúdo científico) nas ‘commons’.
    17. Descreva quais tecnologias e ferramentas seu projeto irá usar. Que tipos de habilidades técnicas e especialidades você traz ao projeto? Quais são suas necessidades técnicas?
    18. Quais desafios você espera encontrar, e como planeja superá-los?
    19. Como você planeja manter seu projeto após o financiamento do Creative Commons ter se esgotado? Detalhe planos específicos. Como você planeja aumentar a receita para continuar os seus esforços no futuro?
    20. Como este projeto pode ser escalável, ou ter um impacto evolutivo?
    21. Quais recursos e apoio você espera da Creative Commons para assegurar o sucesso de seu projeto (se houver)?
    22. Descreva como sua organização atualmente se comunica com os membros da comunidade e parceiros da rede. (100 palavras)
    23. Apresente um orçamento detalhado de seu projeto. Por favor envie os valores em dólares.

    As bolsas serão concedidas em quantias de US$1.000 a no máximo US$ 10.000. Os candidatos são encorajados a enviar um orçamento menor do que a bolsa máxima sempre que possível, uma vez que as bolsas menores nos permitem financiar mais projetos. Despesas com hospedagem na Internet podem ser providenciadas pela Creative Commons e portanto não precisam ser incluídas nas despesas do projeto. Custos potenciais a serem incluídos no seu orçamento devem incluir hardware, acesso à internet, tradução, viagens, oficinas, e despesas do coordenador.

    Nota: Ao enviar esta proposta, represento que estou autorizado a fazer isso em nome do Candidato, que o conteúdo não é confidencial ou proprietário e é original ou recebeu permissão para incluir o conteúdo nessa apresentação, e que todo o conteúdo enviado está licenciado sob uma licença Creative Commons Atribuição 3.0 Unported.

    Saldo do Mozilla Drumbeat São Paulo (11 e 12 de junho)

    16/06/2010 § 4 comentários

    n128965833798809_1808Entre os dias 11 e 12 de junho aconteceu o Mozilla Drumbeat São Paulo no SESC Vila Mariana. O evento se dividiu em uma sessão fechada para convidados de 12 estados diferentes do país e do distrito federal, além de outra sessão aberta ao público. Durante os dois dias, promovemos uma discussão divertida em torno da Open Web ou Internet Aberta.

    O Mozilla Drumbeat é uma comunidade internacional de pessoas que compartilham um objetivo em comum: promover a web aberta e mantê-la livre. Para isso, a Mozilla quer reunir advogados, professores, hackers, artistas, cineastas, e outras pessoas que usam a Internet em seu cotidiano para fazerem coisas que tornam a web melhor, e que ajudem a mantê-la aberta por um longo tempo.

    Workshop de facilitadores

    Na sexta-feira, 11 de junho, aconteceu um encontro exclusivo para convidados. Vindos de 12 estados do Brasil (CE, SC, SP, RN, RS, BA, GO, RJ, PA, AL, MG) e do Distrito Federal, os convidados tinham perfis diferentes: produtores culturais, bibliotecários, ambientalistas, desenvolvedores, advogados, publicitários, e ativistas de pontos de cultura, eles foram levados a pensar o que é a Open Web (Internet Aberta), e como, enquanto facilitadores, poderiam mediar discussões sobre o tema no dia seguinte e em suas próprias comunidades.

    Foto por Tiago Murakami

    Foto por Tiago Murakami

    Durante o Workshop, apresentamos a ideia por trás da comunidade Mozilla Drumbeat, e o que cada um pode fazer para multiplicar o movimento. Dentre os presentes, Allen Gunn, diretor executivo da Aspiration Tech e consultor da Mozilla Foundation. Inicialmente, juntamos todos para investigar os diferentes pontos-de-vista acerca do atual estado da internet: seria a web aberta e livre totalmente, ou exatamente o contrário?

    As opiniões divergiram bastante, e acabamos não chegando a um consenso. Logo em seguida outros tópicos de discussão emergiram, que permitiram discutir sobre inclusão digital e infra-estrutura de conexão, o plano nacional de banda larga do governo brasileiro, privacidade, autonomia, liberdade e neutralidade da rede, dentre outros assuntos.

    Foto pro Tiago Murakami.

    Foto pro Tiago Murakami.

    Entre os facilitadores, Alexandre Silva (Kommbo.com.br), pontua a emergência de algumas das discussões bastante animadas, como o longo conflito entre a apropriação de tecnologia e localização cultural –diante do fato de que havia vários representantes bastante engajados com pontos de cultura e inclusão digital. Seria a apropriação de verbetes, softwares e até mesmo comunidades como a Mozilla Drumbeat uma ameaça à identidade cultural do brasileiro? Nas palavras do Alexandre:

    Apesar disso, chegamos a um quase consenso de que o que pretendíamos era defender um canal de livre expressão, por onde o conteúdo trafega, e que conteúdo cultural e liberdade de expressão são questões de legislação, juntamente com as questões de segurança, privacidade e anonimato. Os tópicos foram afunilando em torno de eixos temáticos que definiram “por alto” os temas a serem debatidos num segundo momento.”

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    Facilitadores - Mozilla Drumbeat

    Mozilla Drumbeat São Paulo Dia 2

    Seria a internet global ou local? Deve existir regras para a utilização da internet? A internet é perigosa para crianças? Você produz conteúdo na Internet? Controle privado da infra-estrutura torna a internet menos livre? Você se sente seguro na Internet? As lan houses devem cadastrar seus usuários? A minha liberdade na internet é bem aproveitada? Deve existir regras para a utilização da Internet? A internet é descentralizada?

    Durante o segundo dia do evento, a equipe de facilitadores teve a chance de aplicar o que aprendeu no workshop do dia anterior. De posse das perguntas acima, núcleos de discussão foram propostos, centralizados em grandes blocos: legislação, alfabetização hacker, e produção de conteúdo.

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    Foto por Diego Casaes.

    “Não se precisa perder a identidade para sermos uma aldeia global”

    Discutir se a web é local ou global foi um dos temas mais agitados de todo o evento. De um lado, estavam aqueles que defendiam que a internet é um espaço internacional, onde há a troca de experiências com indivíduos de diferentes perfis. A web é o sinônimo de uma aldeia global, e independente do seu idioma, cultura e identidade, há experiências de compartilhamento e aprendizagem.

    Uiráporã Maia propôs um debate sobre a descentralização da internet. Seria a web centralizada ou descentralizada? De um lado, defensores do conceito de internet descentralizada, e no outro ativistas confiantes de que a internet segue como um espaço centralizado, marcado por disputas econômicas e interesse dos grandes provedores do serviço.

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    Projetos do Mozilla e Speed Geek

    O Speed Geek é um momento na última parte do evento em que o público apresenta seus projetos, tantos os desenvolvidos ao longo do Mozilla Drumbeat, quanto projetos pessoais que promovem a Open Web.

    Alguns projetos surgiram do grupo de facilitadores, como o ‘Batuqueiros’. Os Batuqueiros pretendem incentivar o público participante a desenvolver, organizar e sistematizar projetos de produção de conteúdo colaborativo através da web. O grupo se comprometeu, por exemplo, a alimentar o blog do Drumbeat na plataforma da Cultura digital.

    Mozilla Drumbeat São Paulo from Diego Casaes on Vimeo.

    Além do grupo acima, foi apresentada a “Coordenadoria Facilitadora da Internet Livre Brasil”, que objetiva combater a censura explícita, discutir e combater questões relacionadas ao monopólio dos serviços prestados, e lutar por uma internet pública de qualidade. O grupo de ativistas pretende levar as discussões na rede Ciberativismo do Ning.

    Entre os projetos já existentes, Ricardo Poppi apresentou o Telefone Livre,  e o Fabrício Zuardi falou sobre o Public Videos, um repositório de vídeos abertos, originais, de alta qualidade e isentos de royalties que são lançados no domínio público.

    Por fim, esse foi mais um Mozilla Drumbeat no Brasil que movimentou gente interessante e interessada na cultura digital e na Open Web. Vários projetos foram rascunhados, e tantos outros foram compartilhados com o público participante. Vale ressaltar, o Mozilla Drumbeat São Paulo foi um ponto de partida para provocações, e não exclusivamente objetivou encontrar respostas à perguntas.

    Ao fim das apresentações, foi anunciado uma gratificação de US$5.000 especial para o Brasil ao melhor projeto enviado no website do Drumbeat. O recebimento do prêmio acontecerá no FISL (Fórum Internacional do Software Livre) de 21 a 24 de julho. Envie seu projeto ou crie um novo, divulgue e busque por interessados e vamos compartilhar ideias sobre a Open Web!

    Confira mais projetos do Mozilla Drumbeat no site da comunidade drumbeat.

    Não esqueçam de ver mais fotos do evento!

    Prévia do Mozilla Drumbeat Brasil (12 de junho)

    15/06/2010 § 2 comentários

    Mozilla Drumbeat São Paulo, 12 de junho de 2010 por Marta Mello.

    Mozilla Drumbeat São Paulo por Marta Mello

    Marta é Editora de Conteúdo e gosta de desenhar. Ela criou uma imagem do que foi o Mozilla Drumbeat no último sábado. Confira mais desenhos da Marta no seu Flickr.

    Fotos do evento em breve.

    Drumbeat São Paulo: Dia 12 de Junho!

    08/06/2010 § Nenhum comentário

    Chamando todos que amam a Internet para o Drumbeat São Paulo

    Quando: Dia 12 de junho das 10h às 18h
    Onde: SESC Vila Mariana – Rua Pelotas, 141, São Paulo, SP, 04012-000
    Inscrições no formulário.


    Exibir mapa ampliado

    Se você ama a internet, pode um dia ter se perguntado: a web vai permanecer tão interessante, criativa e inventiva quanto é hoje daqui a 100 anos? A Fundação Mozilla, criadora do navegador Firefox, pensa que a internet pode e deve ser assim no futuro – mas, para isso, ela deve permanecer aberta e livre. Para que ninguém tenha que pedir permissão na hora de criar projetos na internet (nem a governos, nem a empresas); para que ninguém tenha seu acesso prejudicado ou bloqueado quando estiver compartilhando cultura e conhecimento; para que haja menos interesses políticos ou de mercado, e mais interesse público na rede.

    É por isso que estamos começando o Mozilla Drumbeat, uma iniciativa da Fundação Mozilla no Brasil. Drumbeat é uma comunidade global que convida professores, artistas, advogados, cineastas e outras pessoas que usam a Internet em seu cotidiano para fazerem coisas que tornam a web melhor, e que ajudem a mantê-la aberta por um longo tempo. Já pensou em contribuir para traduzir o conteúdo da internet – inclusive o que está em vídeo – para português e várias outras línguas? Ou então ajudar as pessoas a entenderem melhor as questões da privacidade na rede? Ou produzir arte e cultura para festejar a abertura da web? Ou educar estudantes e outros públicos sobre a internet aberta? Queremos que você se envolva e participe da Drumbeat no Brasil. Conte-nos o que acha dessa história e juntos pensaremos como podemos contribuir com essa causa.

    Estamos construindo uma nova comunidade, que inclui nerds e geeks, mas também professores, artistas, designers, blogueiros, advogados e mesmo pessoas legais do governo. Venha para o Drumbeat São Paulo para aprender como você pode ajudar a manter a Internet aberta, ou então venha mostrar aos outros o que você já está fazendo pela web! Só mais uma coisa: a comunidade global Drumbeat também apoia projetos de web aberta que tornam a Internet. Venha aprender, colaborar, ou mesmo propor um novo projeto que ajude a construir uma internet melhor!

    Os eventos Drumbeat são:

    • Ativos e participativos: vamos fazer e construir a internet aberta. Menos conversa, mais ação!
    • Um convite para as pessoas que amam a web, mas não são necessariamente nerds ou geeks. Como parte da Drumbeat, você pode fazer muito mais do que desenvolver softwares. Vídeos, legendas em várias línguas, música, peças de arte, projetos de design, cursos, livros e muito mais!
    • Oportunidades para construir redes locais de pessoas apaixonadas pela web e para compartilhar o seu trabalho local com uma comunidade global.

    Prepare-se para compartilhar sua visão para o futuro da Web, para contar os desafios que a internet propõe ou soluciona no seu trabalho e nos seus projetos de vida, e para dividir ideias de novos projetos que enfrentem esses desafios. Mais importante ainda, venha preparado para colaborar com a internet aberta!

    Para participar, basta preencher o formulário neste link.

    2o Mutirão do Marco Cívil

    25/05/2010 § Nenhum comentário

    E continuando o debate sobre o Marco Cívil, aproveitando o prorrogamento do prazo, convidamos para a segunda rodada lá no piratepad.

    O debate ia acontecer nessa quarta-feira (26)a, mesmo dia do painel de Dados Abertos na CONIP2010 (mas sobre isso em outro post), mas também mesmo dia do Ato pela Lei de Direitos Autorais. Por isso acabamos transferindo para quinta-feira, 27, as 20hs lá na Casa de Cultura Digital.

    A idéia é que consigamos reunir algumas pessoas pessoalmente lá, mas como da primeira vez, a discussão e redação vai acontecer online no piratedpad, então todos são bem vindos.

    Resumindo:

    2o Mutirão do Marco Cívil

    Quinta-feira, 27 – 20hs

    Na Casa de Cultura Digital ( Vitorino Carmilo, 459 ) ou

    http://piratepad.net/marcocivil

    Resultado do 1o Mutirão do Marco Cívil

    25/05/2010 § 1 comentário

    O primeiro mutirão pelo Marco Cívil rendeu uma boa discussão e uma primeira leitura do texto, levantamos alguns pontos de conflito e fizemos algumas alterações pontuais.

    Destaco três pontos de conflito:

    • Como garantir que coisas como ‘traffic shapping’ e bloqueio de porta 21, 22, 80 e outras que permitem o uso autônomo de webservices não possam ser mascaradas como ‘requisitos técnicos’.
    • Guarda de logs e a equiparação de moderadores de conteúdo a provedores de serviço.
    • Takedown notice ou ordem judicial? Como criar mecanismos que diminuam o poder de censura e FUD dos grandes players sobre os pequenos produtores de conteúdo.

    Segue abaixo o log do chat que resultou nessa versão do texto.

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    Mutirão do Marco Civil

    21/05/2010 § Nenhum comentário

    A 2a fase da consulta do Marco Civil – que vai gerar a minuta de lei – se encerra nesse domingo, 23. Alguns membros da comunidade participaram ativamente tanto dessa fase quanto da anterior, mas acho que valia um esforço conjunto nesses últimos minutos do segundo tempo.

    Queria propor uma discussão em tempo real no Piratepad, para analisar o documento e já reescreve-lo quando for necessário colaborativamente.

    Hoje, sexta-feira, 21, a partir as 19hs.
    http://piratepad.net/marcocivil

    Essa idéia surgiu na Virada Hacker e acabamos não conseguindo realizar. Mas acho que pode ser um exercício interessante e gerar bons frutos para a consulta.

    Ao final, queria discutir um pouco estratégias de acompanhamento do processo quando ele sair dessa plataforma colaborativa e for parar na mão de nossos deputados e senadores.